terça-feira, 17 de março de 2020

E se aumentarmos o nosso gasto energético, será que perdemos peso?

O nosso gasto energético foi diminuído e regrediu mais de 4 milhões de anos. De um momento para o outro passámos a gastar menos energia do que a quantidade que geneticamente teríamos de gastar.

Antigamente, precisávamos de caçar (correr atrás das presas) para nos alimentarmos, ou subir a uma árvore para apanhar um fruto. Isso levou a que a nossa saúde ficasse em risco, sendo muito mais comum as pessoas engordarem do que conseguirem dar seguimento ao processo de emagrecimento.

Hoje, é totalmente diferente. Para nos alimentarmos só precisamos de ir às compras ao supermercado ou ligar para uma empresa de entrega de comida ao domicílio ou abrir o frigorífico.

Gasto energético: Evoluímos no sentido contrário

Antigamente éramos fisicamente muito mais ativos. Era necessário caçar ou coletar e também não existiam carros, elevadores ou qualquer outro tipo de ajuda às rotinas.

Então, além da oferta de alimentos hoje ser muito maior (tanto em volume de alimentos como em quantidade de calorias), hoje gastamos muito menos energia. Isso porque:

  • Vamos de carro para o trabalho
  • O vidro do carro é elétrico
  • Subimos de elevador em vez de usarmos as escadas
  • Fazemos tudo ao computador
  • Aquecemos a comida no micro-ondas
  • Mudamos de canal do TV sem nos mexermos

Este cenário é responsável pela atual epidemia de obesidade que ocorre no mundo.

Se avaliarmos o que mais predomina no nosso gasto calórico total, fazendo uma comparação da participação do gasto energético em repouso com a participação do gasto energético em atividade física, verificamos que:

  • Australopitecos gastavam a maior parte da energia em repouso (63%) e uma pequena parte em movimento (37%)
  • Nómada moderno gasta uma pequena parte da energia em repouso (46,6%) e uma grande parte em movimento (53,4%)

Com a evolução passámos a depender cada vez mais da atividade física para gastar energia.

O que acontece com o homem de hoje é que esta relação está invertida comparativamente há 4 milhões de anos. Atualmente a pessoa comum gasta 72,8% da energia em repouso e 27,2% da energia em atividade física.

Agora podes estar a pensar: “Ah então é muito simples. Basta fazer o que o homem antigo fazia, ou então voltar ao mesmo padrão de atividade física.”

Só que existe um problema, para gastar a mesma quantidade de energia seria necessário fazer 3 a 4 horas de exercício físico por dia. E a minha pergunta é: qual é o principal motivo para as pessoas não fazerem atividade física atualmente? FALTA DE TEMPO.

Será que não seria necessário modificar o nosso metabolismo de repouso para aumentar o gasto energético? 

O problema é que o nosso corpo não foi feito para viver da forma como vivemos hoje. A nossa evolução levou-nos a ser fisicamente mais ativos e a aprender a poupar energia.

Mas de um momento para o outro começámos a ser cada vez mais sedentários. Então para o nosso corpo é como se vivêssemos num período transitório de abundância.

Assim vivemos num período de abundância que o nosso corpo não foi criado para ter de forma permanente. E, o principal problema é que o corpo está sempre a armazenar.

Esta situação começou a tornar-se mais comum quando deixámos de ser nómadas. E, com o desenvolvimento da tecnologia está a tornar-se cada vez mais evidente.

Entre 2001 a 2010 existiu um aumento de 40% de pessoas com IMC acima de 30 (estudo percentual nos EUA).

Agora este não é o problema maior. Existem pessoas com um nível de obesidade extremamente preocupante, é o que acontece com pessoas com IMC acima de 50. Em 10 anos duplicou o número de pessoas com IMC acima de 50.

Cada vez estamos a promover alterações ambientais severas e isso reflete-se na acumulação de gordura.

Assim, será que sabemos mesmo como aumentar o nosso gasto energético para deixamos de ganhar peso tão rapidamente?

Continua por aí que no próximo artigo irei falar-te sobre isso.

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terça-feira, 10 de março de 2020

Contextualização histórica do excesso de peso

A obesidade é um dos temas mais abordados quando falamos em saúde e em excesso de peso.

Infelizmente esta é uma situação que afeta grande parte da nossa população. E como tal é importante que estejas alerta sobre este problema e que saibas como o podes prevenir.

Posto isto, no artigo de hoje (e nos próximos 3 artigos) poderás vir a saber tudo o que precisas sobre este tema que dá tanto que falar.

Além disso, vou também partilhar contigo algumas dicas que promovem o emagrecimento consciente.

Excesso de peso e obesidade: Contextualização histórica  

Como referido, hoje irei falar-te sobre a obesidade e algumas das questões envolventes associadas a esta questão.

Começo assim este artigo por fazer uma breve contextualização histórica.

Assim conseguirás certamente perceber o porquê de atualmente existir uma maior percentagem de pessoas com excesso de peso, comparativamente aos nossos antepassados.

Há algumas décadas atrás não se ouvia falar da epidemia da obesidade. Na realidade existiam mais alertas sobre desnutrição do que alertas sobre excesso de peso.

Quais foram as grandes mudanças que levaram à acumulação de gordura? 

O fenómeno de excesso de peso e obesidade é recente. Os nossos ancestrais não tinham este problema. E desta forma é assim importante saber como evoluímos enquanto espécie e como é que essa evolução deixou marcas no nosso organismo.

A espécie humana evoluiu durante centenas de milhares de anos para sobreviver por pouco tempo, e em ambientes onde aquilo que comíamos tinha que ser encontrado ou caçado.

As tribos dividiam-se, os homens caçavam e as mulheres coletavam. Nesta altura não havia agricultura nem pecuária.

Assim, sempre que era preciso obter alimento as tribos teriam de ir atrás do mesmo. Isso fazia que muitas vezes caminhassem 30 a 40 Km para obter alimento e posteriormente regressassem com esse mesmo alimento para a aldeia.

Nesta altura foi necessário aprender a viver com o facto de gastar muita energia e ingerir pouco alimento. Ou seja, estas tribos tiveram de se tornar mais eficientes em armazenar e economizar comida ao invés de a consumir.

Este padrão nómada, coletor e caçador foi o fator que dominou por mais tempo a nossa existência.

Ao olharmos para a nossa constituição genética, vamos perceber que o nosso DNA não mudou muito ao longo destes anos.

A natureza precisa de muito tempo para gerar as adaptações evolutivas ao meio em que vivemos. Ou seja, para produzir as adaptações no nosso corpo ajustadas ao meio ambiente.

Já o nosso estilo de vida mudou radicalmente de há 100 anos para cá. E ainda não houve tempo suficiente para a natureza gerar as adaptações necessárias ao novo quotidiano.

De que maneira a forma como vivemos alterou esta situação?  

Entre 5 a 10 mil anos atrás decidimos deixar de ser nómadas. O que com a evolução normal do ser humano seria algo inevitável.

Ou seja, anteriormente ficávamos num local até existirem recursos. E, quando esses terminassem teríamos de nos mover para outro local. E assim sucessivamente.

O que aconteceu quando passámos a viver de maneira sedentária é que começámos a dominar a agricultura e a pecuária. Assim deixou deixaram de existir as necessidades anteriormente referidas.

De um momento para o outro o nosso padrão de atividade física diminuiu e a facilidade de obter alimentos aumentou.

Em relação à evolução do gasto energético existiu um aumento no metabolismo de repouso desde o Australopitecos (1148kcal) até à pessoa que somos hoje (1643 kcal).

Mas, de acordo com a evolução também existiu um aumento de peso. O Australopitecos pesava cerca de 30 a 40 kg, e isso não se verifica na população em geral.

O que nós gastávamos em atividade física também mudou. O nómada gastava cerca de 1777 kcal e a pessoa comum atualmente gasta em média 614 kcal.

Posto isto, começa a ser um pouco mais clara toda a evolução relativamente ao excesso de peso. Mas, não te prendas unicamente por este artigo pois o melhor ainda está para chegar.

Nos próximos artigos, irei continuar a explicar-te tudo o que precisas saber sobre este tema.

Caso tenhas alguma dúvida relacionada com o tema em questão, não hesites em contactar-me. Terei todo o gosto em poder ajudar-te.

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terça-feira, 3 de março de 2020

Qual a influência que a autoconfiança tem para a nossa vida?

A autoconfiança é algo que parece simples de explicar, mas abrange muito mais do que a própria palavra diz.

Este conceito, apesar de muitas vezes acabar por ser um pouco descredibilizado por muitos, é algo que tem bastante influência tanto em termos pessoais como na forma como nos relacionamos com o outro.

Como tal, no artigo de hoje irei explicar-te o que é a autoconfiança, qual a sua importância na tua saúde e como podes fazer para te sentires bem contigo própria.

Autoconfiança: O que é necessário saber 

Em primeiro lugar, é importante que saibas o que é realmente a autoconfiança. Porque só assim conseguirás realmente avaliar se a tens, ou não.

Assim sabe que, esta baseia-se em manifestações corporais. Pode começar pela que tens confiança em ti. Mas também, em acreditares no teu potencial e sucessivamente sentires-te capaz de alcançares as tuas metas, os teus desejos e sentires-te bem neste processo.

A falta de confiança, pode ser algo que se vai desenvolvendo ao longo da nossa vida, por diversas questões. Como tal, deves saber que esta, depende muito de pessoa para pessoa e que cada uma delas tem a sua maneira de lidar com esta questão.

Tenho a certeza de que conheces pessoas que têm muito talento, que poderiam por exemplo estar a ganhar muito dinheiro, mas a falta de confiança atrapalha-as de todas as formas.

Em certas situações, a falta de confiança deve-se à nossa forma física, pelo facto de idealizarmos certos padrões. E, por vezes sermos também constantemente bombardeados e pressionados pela sociedade e as suas definições de “correto” e “bonito”.

Assim, se conheces alguém que se sente assim porque não está feliz com o corpo, porque está com excesso de peso e não consegue emagrecer, ou se esta situação se adequa a ti, tenho a certeza que não vais querer perder este artigo.

Como podes aumentar a autoconfiança?  

O ponto positivo desta questão é que, felizmente é algo capaz de ser alterado. Ninguém é, em situação alguma obrigada a sentir-se descontente e infeliz para resto da vida.

É importante frisar que cada pessoa tem a sua individualidade, as suas experiências e as suas crenças. Isto quer assim dizer que, o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra.

Mas, existem estratégias que podem ser utilizadas para começares uma mudança em ti.

O primeiro exercício será compreenderes o que está a acontecer contigo. Qual é a origem dos teus principais obstáculos, e como estes te impedem de ganhar confiança.

Uma coisa é certa, não existe nenhuma fórmula certa ou mágica para começares a ter mais autoconfiança. Mas existem algumas estratégias diárias que te podem ajudar a chegares com mais facilidade ao caminho.

1. Cultiva pensamentos positivos 

Infelizmente, quase sempre o ser humano é negativo, ainda mais quando se trata de si mesmo.

Passamos a maior parte do tempo a criticar-nos, o que faz com que a nossa autoestima fique, “no fundo do poço”.

Como tal, aconselho-te a cada dia, tentares reconhecer os teus méritos e as tuas conquistas ao longo da vida.

Comemora sempre que fizeres algo! Tem orgulho em ti. Não vejas o esforço como algo negativo, aprecia-o.

Lembra-te de quantos elogios já recebeste na vida, guarda-os contigo e lembra-te que cada passo que dás é menos uma etapa a percorrer para alcançares a autoconfiança de que falamos hoje.

2. Está rodeada de pessoas positivas 

Pensamentos positivos são um grande passo.  Mas, para intensificar este sentimento dentro de ti, nada melhor do que pessoas que também transmitem sentimentos positivos. Até porque o comportamento e o humor são contagiantes.

Caso insistas em rodear-te de pessoas negativas, dificilmente conseguirás valorizar-te e perceber as diversas qualidades que tens. Pessoas que estão sempre a reclamar da vida, vão fazer com que penses mais nos teus problemas.

Como tal, evita o relacionamento e a aproximação com pessoas deste tipo, que em nada te ajudarão.

3. Deves parar de te comparar com os outros 

É muito comum que faças a tua avaliação com base nos outros. Começas a questionar-te porque é que os outros conseguem, mas tu não.

Na verdade, o que deveria acontecer era exatamente o contrário. Sei que este processo pode ser demorado, mas tenta olhar para ti mesma e sempre que tiveres oportunidade dares o teu melhor.

As pessoas autoconfiantes já sabem que cada pessoa é única, que ninguém é melhor ou pior, cada um tem o seu contexto.

4. Não deixes que a zona de conforto te domine 

Fazer algo diferente da rotina nem sempre é bem aceite. Esta falta de aceitação pode estar ligada ao medo de falhar.

Esse mesmo medo acaba por agir como um sabotador capaz de evitar que dês o teu melhor nessas situações. O que precisas de perceber é que nem sempre vamos acertar. O erro faz parte do sucesso. Quando te desafias aprendes que às vezes vais errar e então começas a trabalhar a tua segurança.

Quanto mais genuinamente conseguires colocar estas dicas em prática, mais destróis essa crença limitante, de que não és capaz. E, sempre que fizeres isso, afastas-te daquilo que não te leva aos resultados desejados, permitindo que chegues cada vez mais perto daquilo que queres ser.

Colocadas todas estas questões, quero assim dizer-te que a mudança está em ti e não há nada que te possa ajudar mais do que o facto de te esforçares, por ti e só por ti.

Caso tenhas alguma dúvida que queiras ver resolvida não hesites em contactar-me, terei todo o gosto em ajudar-te a conquistares os teus objetivos.

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terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Por que razão deve consumir feijão verde

O feijão verde é um vegetal que possui diversas vantagens e benefícios para a tua saúde. E, como tal é bastante importante que estejas ciente destes para que possas começar ainda hoje a ter uma alimentação mais saudável.

Assim, apresento-te no artigo de hoje tudo o que precisas saber sobre este vegetal rico em vitaminas e minerais. E, deixo-te ainda algumas das receitas que podes realizar com ele e que te vão ajudar no processo de emagrecimento.

Feijão verde: Qual a sua importância numa alimentação saudável?

O feijão verde, como dito anteriormente é rico em vitaminas e minerais. Entre estes destacam-se assim os carotenos, a vitamina C, ácido fólico, cálcio, ferro, fósforo, magnésio e potássio.

Para além de tudo o que foi enumerado deves ainda saber que são uma ótima fonte de fibra alimentar. Algo que é tão importante para o normal funcionamento do nosso organismo e intestino.

O consumo de feijão verde pode ainda ajudar-te a reduzir o risco de doença cardiovascular. Isso porque é um ótimo protetor do nosso sistema imunitário.

Como dito, devido à presença de fibra, potássio, magnésio e ácido fólico e ainda de carotenos e a vitamina C (que são excelentes antioxidantes), estes protegem-te de infeções e da oxidação das células.

No que se refere ainda ao magnésio e ao potássio presentes no feijão verde, deves saber que estes têm um forte impacto na manutenção da tensão arterial.

O ferro presente no feijão verde é ainda importante para a formação da hemoglobina. Esta é assim um componente presente nos glóbulos vermelhos, responsável pelo transporte de oxigénio para as células.

Este nutriente é ainda essencial para a prevenção do risco de anemia. Uma doença bastante comum quando não existe ferro suficiente no nosso organismo.

Apesar de comum é algo bastante negativo e que pode ter sérias repercussões na tua vida. E, como tal é bastante importante que não entres em quadros de carência de certos nutrientes e vitaminas.

Receitas deliciosas com feijão verde

É ainda importante que saibas que se fazes exercício físico regular o consumo deste alimento pode oferece-te preciosos nutrientes que te fornecem energia. Esta energia é fundamental para conseguirmos encarar o dia a dia sem nos sentirmos cansados.

Se, por outro lado pretendes emagrecer, não te preocupes. Poderás consumir este alimento sem qualquer culpa. Pois para além de todos os seus benefícios associados, ele tem um índice de calorias baixo.

Por todas as razões referidas anteriormente deixo-te de seguida algumas receitas fantásticas com feijão verde para usufruíres ainda hoje. Não hesites em realizá-las pois são deliciosas.

1 – Esparregado de feijão-verde

Ingredientes

  • 600 g feijão verde cortado em pedaços pequenos
  • 1000 g água
  • 50 g azeite
  • 2 dentes de alho
  • 1 folha de louro
  • 1 pitada de sal
  • 15 g farinha de coco
  • 1 c. sopa de vinagre de vinho branco

Preparação

1 – Cozer o feijão durante 15 minutos. Coar o mesmo com a ajuda de um escorredor.

2 – Colocar no robot de cozinha o azeite, o alho e picar.

3 – Juntar o louro e refogar.

4 – Adicionar o feijão reservado e 1 pitada de sal e cozinhar durante 15 sem a folha de louro.

5 – Juntar a farinha e o vinagre e cozinhar durante 2 min.

6 – De seguida triturar.

7 – Servir como acompanhamento.

2 – Salada de batata doce, feijão-verde e ovo cozido

Ingredientes

  • 1200 g água
  • 1 c. chá de sal
  • 800 g batata doce cortada em quartos
  • 700 g feijão cortado em pedaços
  • 8 ovos
  • 10 g cebolinho picado

Preparação

1 – Cozer a batata com água e sal.

2 – Cozer o feijão verde e os ovos.

3 – Descartar a água e descartar os ovos. Envolver a batata, o feijão, os ovos cortados em quartos e o cebolinho.

4 – Poderás temperar com azeite e vinagre.

3 – Feijão verde salteado

Ingredientes

  • 200g de feijão verde
  • 2 dentes de alho picados
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • Salsa a gosto

Preparação

1 – Cozer o feijão verde em água durante 15 minutos.

2 – Numa frigideira deitar o azeite e picar o alho em lume brando e saltear o alho cerca de 5 minutos.

3 – Depois do feijão verde estar cozido, escorrer a água e colocá-lo na frigideira com a salsa. Saltear cerca de 5 minutos ou até estarem prontos.

4 – Poderás acompanhar com salmão ao vapor ou grelhado.

Espero que este artigo te tenha sido útil e que saibas agora porque é que é tão importante para a nossa saúde o consumo de feijão.

Caso tenhas alguma dúvida que gostavas de ver esclarecida não hesites em contactar-me. Estarei disponível diariamente para ajudar a melhorar a tua vida.

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Exercício Físico para Grávidas: sim ou não?

Muito se tem falado da prática de exercício físico para grávidas. Alguns especialistas aconselham a fazer, outros indicam que pode não ser benéfico para a saúde.

É claro que existem alguns cuidados a ter, que se prendem com a tua história desportiva e com a própria gravidez.

O passado desportivo da grávida permite avaliar que tipo de exercício físico podes fazer e o grau de intensidade. Se eras uma pessoa sedentária, podes fazer exercício físico. Mas, nesta fase não será indicado começares a correr ou iniciares, por exemplo, um desporto de combate.

A prática de exercício físico induz a libertação de endorfinas que te dão uma sensação de alívio para o teu cansaço, aumentam a energia e melhoram o humor. Contudo, antes de iniciares qualquer prática de exercício físico deverás aconselhar-te com o teu obstetra.

Exercício Físico para Grávidas: Alterações que poderão interferir

Sabias que o centro de gravidade altera-se à medida que a barriga cresce? A coluna acentua as curvaturas naturais de modo a compensar o aumento e volume no sentido anterior. E, isto poderá originar algumas dores de costas e algum desequilíbrio, facilitando as quedas.

O ciclismo pode não ser a melhor escolha, pelo motivo indicado anteriormente. Podes optar por uma bicicleta estática e pedalar com segurança. Outra opção será caminhar ao ar livre.

As hormonas conferem algum relaxamento aos ligamentos que envolvem as articulações, onde se concentra mais líquido, tornando-as mais instáveis. A natação por exemplo tem a vantagem de permitir uma maior liberdade de movimentos, pela sensação de redução do peso.

O aumento de peso fará com que a locomoção seja mais árdua do que normalmente. E, o teu limiar de cansaço será atingido mais cedo.

Podes fazer exercício físico enquanto fores capaz de falar normalmente sem estares ofegante. Esta situação varia de grávida para grávida, conforme a tua preparação física, aumento de peso e o tipo de exercício que estás a executar.

Alterações Músculo – Esqueléticas durante a gravidez

O teu corpo vai mudar de forma drástica durante a gravidez. E, existem várias alterações que podes ter em consideração no momento de analisar se deves ou não fazer exercício físico para grávidas.

  • Produção de relaxina provocando hipermobilidade nas articulações
  • A parede abdominal torna-se mais fina causando dores nas costas e desconforto
  • O centro de gravidade move-se para a frente e a cintura pélvica roda, provocando hiperlordose a partir do 2º trimestre
  • Alteração da coordenação
  • Ligamentos da bacia esticam causando desconforto
  • Músculos das costas ficam doridos e tensos
  • Diástase Abdominal – separação do recto abdominal (a partir do 2º trimestre)
  • Ombros rodam para a frente provocando Cifose
  • Risco de varizes especialmente no 2º e 3º trimestre
  • Aumento dos seios tornando-se mais sensíveis a partir do primeiro trimestre
  • Os músculos pélvicos tendem a ficar alongados devido ao peso do útero
  • Zona pélvica fortalecida ajuda no parto e na prevenção da incontinência urinária

O que acontece em cada trimestre da gravidez

De forma a verificares se faz ou não sentido fazeres exercício físico para grávidas, é importante perceberes o que acontece a cada trimestre da tua gravidez.

1º Trimestre – 0 – 13 semanas

  • Deves sentir-te fraca
  • Trabalho dos músculos posturais
  • Todo o trabalho abdominal pode continuar a ser feito
  • Podes continuar a realizar exercícios que fazias anteriormente. Ex: jogging
  • Iniciar os exercícios para fortalecimento da região pélvica (Kegel exercises)
  • Entre as 12 e 14 semanas existe uma maior probabilidade de ocorrer um aborto

2º Trimestre – 14 – 28 semanas

  • Maior evidência da barriga
  • Azia e obstipação
  • Tonturas, edemas e problemas posturais são comuns neste trimestre
  • Deixar de trabalhar o abdominal curl
  • Evitar exercícios de supino
  • Monitorizar a frequência cardíaca e a intensidade dos exercícios
  • Continuar com os exercícios da região pélvica

3º Trimestre – 29 – 42 semanas

  • Começas a sentir-te cada vez mais cansada e com problemas em descansar
  • A respiração é feita com maior dificuldade devido a redução do movimento do diafragma
  • Sentes-te cada vez mais desconfortável
  • Existe uma maior produção de relaxina neste trimestre
  • Devem ser evitados exercícios de alto impacto e exercícios de rotação
  • O equilíbrio encontra-se muito comprometido
  • Deves manter o trabalho postural
  • A frequência cardíaca encontra-se mais elevada

Como vês, deves ter inúmeras questões em consideração no momento de escolheres se vais ou não fazer exercício físico para grávidas.

Mas, se o fizeres de modo acompanhado, vais ver que te irás sentir muito melhor durante este período.

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Quais os benefícios da manteiga de amendoim

A manteiga de amendoim é um creme de barrar que tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos por variadíssimas razões. Este produto, para quem não sabe, é o resultado da moagem do amendoim torrado.

Por norma a manteiga de amendoim resulta num produto natural (mas em excesso pode ser prejudicial ao teu processo de emagrecimento).

Mas, existem algumas opções vendidas em superfícies comerciais que devem se evitadas. Isto por conterem alguns ingredientes que prejudicam a nossa saúde.

Como tal, no artigo de hoje irei falar um pouco sobre esta fantástica manteiga e dar-te algumas receitas que podes realizar em casa.

Manteiga de amendoim: O que deves ter em consideração

Em primeiro lugar importa referir que a manteiga de amendoim é rica em diversos minerais. Entre estes estão o magnésio, fósforo, potássio, zinco, cobre e manganésio.

O amendoim é ainda, um alimento com diversos benefícios se, for ingerido com a moderação devida. Isso acontece essencialmente pelo valor energético que tem. Este, conta ainda com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

Deves ainda ter em conta que a manteiga de amendoim ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, desempenhando um papel importantíssimo na essencial regulação do colesterol.

As gorduras presentes são essencialmente gorduras insaturadas, como mono e polinsaturadas. E, podem ser uma ótima alternativa às gorduras de origem animal.

Friso ainda o facto de que cada 100 gramas deste produto tem mais de 500 calorias. Mas, apesar de parecer um valor extremamente elevado, devido ao elevado teor de gordura insaturada, acabas por estar a ingerir aquilo a que se chama uma gordura boa.

Ao estares a consumir manteiga de amendoim estás também a estimular algumas questões essenciais para o teu organismo.

A par disso, a mesma estimula a produção de colagénio e vitamina B12, o que contribui para uma pele bonita e cabelo saudável.

Como deves saber este é um ótimo snack para quem treina. Pois, através dos seus nutrientes essenciais, garante um maior rendimento energético.

Esta manteiga ajuda ainda a saciar a fome, diminuindo a vontade de comer algo doce e menos saudável. O que te vai ajudar bastante se pretendes realizar algum tipo de processo de emagrecimento.

Como escolher uma boa pasta de amendoim?

Como já referido existem no mercado diversas versões de manteiga de amendoim.

Para que saibas como escolher, uma boa manteiga de amendoim deve conter amendoim e (por vezes) óleo de coco.

Deves assim evitar outras versões que contenham outros ingredientes como, óleo de palma, açúcares, sal ou outro tipo de conservantes, aromas artificiais ou gorduras hidrogenadas.

Para te ajudar a realizar a melhor e mais saudável manteiga de amendoim deixo-te de seguida alguns conselhos. Se tiveres um processador de alimentos ou um robot de cozinha, poderás sempre fazer a tua manteiga sem grandes problemas.

Deixo-te de seguida receitas deliciosas. Experimenta-as.

1 – Manteiga de Amendoim:

Ingredientes

  • 200g de amendoim torrado sem sal
  • 15g de óleo de coco
  • Flor de sal q.b.

Preparação

1 – Coloca no robot de cozinha o amendoim e tritura 15s/vel8.

2 – Adiciona o óleo e a flor de sal e mistura 1 min/vel 5.

3 – Depois deita a manteiga de amendoim num frasco e guarda-a no frigorífico.

A manteiga de amendoim é ainda ideal para adicionares às panquecas, waffles, iogurtes, fruta, tostas, batidos, papas de aveia, bolos ou gelados. Só precisas de dar asas à imaginação.

2 – Gelado de banana com manteiga de amendoim e chocolate

Ingredientes

  • 400 g leite de coco
  • 200 g amendoim torrado
  • 600 g banana cortada em rodelas previamente congelada
  • 130 g chocolate preto (70% cacau) partido em pedaços
  • 20 g óleo de coco

Preparação

1 – Utiliza o robot de cozinha para fazer o gelado.

2 – Coloca a lata de leite de coco no frigorífico cerca de 8 horas. Após este tempo, escorre a parte líquida e reserva a parte sólida do leite de coco.

3 – 50 g de amendoim e triturar 2 seg/vel 7. Retirar e reservar.

4 – 150 g de amendoim e triturar 20 seg/vel 7.

5 – Triturar novamente 20 seg/vel 5.

6 – Juntar o amendoim reservado e envolver 10 seg/vel 5. Retirar, espalhar num recipiente e levar ao congelador cerca de 1 hora.

7 – Colocar no robot a banana e a parte sólida do leite de coco e bater 20 seg/vel 5.

8 – Adicionar a manteiga de amendoim congelada partida em pedaços e bater 30 seg/vel 5, envolver com a ajuda de uma espátula. Retirar e reservar.

9 – Colocar no robot o chocolate e o óleo de coco e derreter 3 min/70°C/vel 1. Servir o gelado com o chocolate derretido.

3 – Batido de banana e chocolate

Ingredientes

  • 2 bananas (200 g aprox.) cortadas em pedaços previamente congeladas
  • 3 c. sopa de flocos de aveia
  • 3 c. sopa de manteiga de amendoim
  • 15 g chocolate preto (70% cacau) (opcional)
  • 550 – 650 g bebida de amêndoa

Preparação

1 – Colocar no robot de cozinha a banana, os flocos de aveia, a manteiga de amendoim, o chocolate e a bebida de amêndoa e triturar 1 min 30.

Espero que este artigo te seja útil e que possas começar já a desfrutar dos benefícios diversos da manteiga de amendoim. Volto ainda a relembrar-te que nem todas as opções disponíveis são boas e como tal é preciso alguma atenção antes de comprar.

Como tal, aconselho-te a fazeres a tua própria manteiga de amendoim em casa através da receita que te dei.

Caso tenhas alguma dúvida, relacionada ou não com este tema, não hesites em contactar-me.

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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Importância dos alimentos ricos em ferro para a nossa saúde

A alimentação e os nutrientes associados a ela são cada vez mais importantes para manter a saúde e, consecutivamente evitar certas doenças. Como tal, é importante que seja feito um consumo apropriado de alimentos ricos em ferro.

Para que percebas exatamente do que se trata, explico-te no artigo de hoje a importância que este nutriente tem para a tua saúde. Além disso, apresento-te também uma lista com os diversos tipos de alimentos que deves procurar.

Só assim poderás saber se estás a ingerir a quantidade necessária para o bom funcionamento do organismo e para o teu processo de emagrecimento.

Alimentos ricos em ferro: Quais são?

Antes de ficares a saber quais são realmente os alimentos ricos neste nutriente, é relevante que percebas o que é afinal o ferro.

O ferro é um dos nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo. Ele é, extremamente importante na formação das células sanguíneas e no sucessivo transporte de oxigénio.

Sendo fulcral em todas as etapas da nossa vida, permite evitar sintomas como o cansaço, falta de energia e dificuldade de concentração. É ainda de referir que existem dois tipos de ferro.

O que muitos não sabem é que para além do ferro que está presente na carne vermelha, existe também aquele que é absorvido pelo consumo de vegetais. O primeiro denominado por ferro heme e o segundo por não heme.

Desta forma, será de calcular que a lista de alimentos ricos em ferro é infindável. De seguida apresento-te assim algumas das opções que deves considerar.

Provenientes de origem animal

  • Carnes vermelhas
  • Fígado, coração, rins de animais
  • Marisco
  • Peixes variados
  • Gema de ovo

Provenientes de origem vegetal

  • Leguminosas (ervilhas, lentilhas, feijão, grão, entre outros)
  • Vegetais de folha verde (espinafres, agrião, brócolos, couve, feijão verde)
  • Cereais integrais (aveia)
  • Frutos secos (nozes, amêndoas, amendoins, passas)

Como melhorar a absorção deste mineral?

Para além de existirem alimentos melhores que outros quando falamos da absorção de ferro no nosso corpo, existem também alguns fatores que ajudam a aumentar a mesma.

Evita assim, o consumo de alimentos como iogurtes, leite, queijo, fibras e ainda vinho e chás.

Estes alimentos são ricos em cálcio e outros nutrientes que quando, ingeridos em simultâneo com alimentos que contenham ferro acabam por diminuir a absorção do mesmo.

Não deves nunca, restringir totalmente o consumo de nenhum destes alimentos saudáveis. Deves apenas ter atenção para que não seja feito simultaneamente com os alimentos ricos em ferro.

Sintomas associados à falta de ferro

Como referido anteriormente, a carência deste nutriente pode levar-te a estados de saúde menos favoráveis.

É bastante importante que percebas exatamente quais os sintomas da falta de ferro. Só assim vais conseguir previamente identificá-los.

  • Cansaço
  • Recuperação lenta e difícil após o esforço
  • Irritabilidade
  • Depressão
  • Distúrbios de sono (insónias)
  • Cefaleia (dor de cabeça)
  • Queda de cabelo
  • Tonturas
  • Palidez
  • Distúrbios de apetite
  • Perturbações na concentração
  • Baixa tensão arterial
  • Ritmo cardíaco acelerado
  • Unhas quebradiças

Depois de conheceres todos os sintomas associados ao problema em questão poderás precaver-te. Desta forma, conseguirás impedir a falta de ferro no corpo que pode levar a doenças como a anemia.

De qualquer das formas é sempre importante realizares análises clínicas. Só assim, poderás perceber se os sintomas que tens estão realmente associados à falta deste nutriente.

Como especificado anteriormente é importante que tenhas um consumo diário de alimentos ricos em ferro. Só assim poderás manter os níveis necessários para viveres uma vida saudável e sem grandes problemas de saúde. Nunca dispenses uma alimentação saudável e equilibrada.

Espero que a lista de alimentos ricos em ferro que te forneci seja útil e que comeces ainda hoje a implementar algumas das dicas referidas.

Sabe ainda que estarei disponível para qualquer esclarecimento de dúvida ou questão que te tenha surgido. Não hesites em contactar.

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